Viagem


My Blueberry Nights

Dez o novo filme do chinês Wong Kar Wai.
Assistimos na última quarta.
As 3 atrizes: Natalie Portman, Rachel Weisz (principalmente) e Norah Jones (esta menos) são e estão ótimas e o rapazinho do filme, o Jude Law (disse para a Aurorinha que o cara é 12 - meio viado), faz o inglês gente boa.
A cena que dá o título em português do filme é antológica.
Só ela vale o ingresso.
A fotografia e o ritmo da camera são geniais.
Cada zoom e cada ângulo de tomada…
Jogo de cores maravilhoso.
“Blueberry Pie”. Deu até vontade de experimentar.
Gostei demais.
Vale a pena assistir de novo.

o beijo roubado - o beijo roubado

Maravilhoso o filme que vimos nesta última quarta, 20/02.

elizabeth1 - elizabeth1

Sinopse:Na Inglaterra de 1585, com quase três décadas de reinado, Elizabeth I continua lidando com o forte anseio por seu trono e a remanescente ameaça de traição na própria família. Ao mesmo tempo, um vento destruidor de catolicismo fundamentalista varre a Europa do século 16, tendo como testa-de-ferro o rei da Espanha, Filipe II. Apoiado pela Igreja em Roma e armado com a Inquisição, Filipe está determinado a arrancar a “herege” protestante do trono e restaurar a Igreja Católica Romana na Inglaterra.
O filme analisa a Inglaterra absolutista de Elizabeth I (Isabel, a Rainha Virgem), que subiu ao trono em 1558 para tornar-se a mulher mais poderosa do mundo.
No reinado anterior de sua meia irmã Mary I, a Inglaterra encontrava-se à beira do caos com a repressão do governo aos protestantes. Com a morte de Mary, Elisabeth Tudor, filha de Henrique VIII (o rei das seis esposas), com Ana Bolena, assume o comando do reino, iniciando o mais glorioso governo da Dinastia Tudor.
Para impedir que o país fosse destruído, Elizabeth decide enfrentar todos inimigos internos e externos que ameaçavam a Inglaterra, abdicando de sua própria vida pessoal em nome de seu povo.
Interpretado por Cate Blanchett, que recebeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz em 1998, o filme retrata um período de forte tensão na história da Inglaterra e da Europa, mostrando as intrigas palacianas, que transformaram a jovem Elizabeth, conhecida como a Rainha Virgem, na mulher mais importante de sua época.

elizabeth2 - elizabeth2

Muito bom e também muito divertido o filme que assistimos hoje: Juno.
Foi indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção, Atriz e Roteiro Original.
Linda e ótima atriz a Ellen Page. Trilha sonora muito boa também (quem souber do CD da trilha, me avise…).

juno - juno

Sinopse:
Com apenas 16 anos, a adolescente Juno está grávida de seu vizinho, Paulie Bleeker. O que era para ser apenas uma tarde de divertimento entre os dois amigos, se tornou um problema que a garota julga ser incapaz de lidar sozinha, já que se sente muito imatura para ser mãe. Para isso, ela pensa na forma mais fácil de resolver isto sem muitos transtornos. Eliminando logo a possibilidade de um aborto, a jovem decide procurar um casal para adoção. Com a ajuda da amiga Leah, Juno procura em anúncios de revista alguém que possa dar um belo futuro ao seu filho.

Logo ela encontra um casal perfeito. Mark e Vanessa Loring são ricos, bonitos e estão há mais de cinco anos tentando ter um filho. A garota tenta continuar normalmente sua vida, já que agora já tem os pais ideais para a criança que carrega em seu ventre. Ao longo da gravidez, no entanto, ela vai tendo uma percepção melhor da vida e começa a compreender que nem tudo é tão simples como ela imaginava. O que para ela é apenas uma barriga temporária, se torna para seus colegas motivo de comentários. Apesar de ainda não se sentir segura para a maternidade, a gravidez faz com que a garota amadureça.

Duro foi assistir numa sala de um shopping. E num shopping de classe A, onde deveria se esperar educação também classe A. Mas não…..
Na nossa frente, um casal que conversou o filme inteiro, como se estivessem namorando na sala da casa deles, sozinhos.
Atrás, ainda pior. Desta vez não foi a pipoca (até tinha do lado esquerdo uma turma pipoqueira e barulhenta), mas um outro casal de pseudos intelectuais, na faixa de uns 30 anos.
Antes do filme começar, já falavam em voz alta, comentando um filme visto por eles esta semana.
Pior, um filme que pretendo ver. Quando falaram que o Javier Barden morre no final, não aguentei.
Virei para eles e pedi que parassem, pois ainda quero ter a surpresa de assistir o filme sem saber como termina.
Para meu espanto e “puteza”, o cara vira e fala que não estavam comentando o filme que ia começar, mas sobre um outro….Idiota total. Nem precisei nem deveria responder o que pensava. Acabaria usando um palavrão inventado por mim que nem vou repetir aqui. Quem me conhece, sabe…rs E ainda poderia apanhar, pois eles são meio bravos.
Mas não parou ai. Comentaram também sobre quase tudo, e a moça entrou numa de traduzir o inglês em voz alta, repetindo as palavras ditas pela atriz, tipo: “The thing…” e a gargalhar em toda cena engraçada ou não. A maioria não, pois o filme não é uma comédia, pelo menos eu não achei.
Achei um filme na linha do “Pequena Miss Sunshine”.

Antes de ir embora, uma massa no Spoletto e uma entrada na Tool Box para ver preços de “things” para o bebê.
Acabamos comprando aquilo que será a única decoração do quarto do Luca: um mobile lindinho.
Com motivos marinhos: um peixe, um polvo e um cavalo marinho, todo colorido e móvel (óbvio).
Mas o melhor vem agora: “Mozart-in-Motion Mobile”, o nome dele.
15 minutos de música de Mozart no piano para o Luca escutar.
Depois aos poucos introduzo Os Beatles, Pink Floyd, Jethro Tull, Bach, Beethoven, Lobão, Hino do Galo, mas não necessariamente nesta ordem…
Mas começar ouvindo Mozart já é uma benção para o Luca.
De onde estiver, seu avô Mozart já deve estar protegendo nosso filho.
E que Deus nos proteja e nos ilumine.

Filmaço que vi em 30/01/08.
Filme político muito bom, tendo inclusive um “vizinho de poltrona”, e um não comedor de pipocas, levantado no final do filme, aplaudindo e dizendo palavras contrárias aos que estão hoje no poder.

Uma sinopse:

Georg Dreyman (Sebastian Koch) é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto o ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder. Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler (Ulrich Mühe), seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.

Tem uma cena belíssima da mudança do Wiesler, chorando ao escutar o Georg tocar uma peça no piano.
mperdível!!!

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Vermelho como o céu

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Sinopse:
“Saga de um garoto cego durante os anos 70. Ele luta contra tudo e todos para alcançar seus sonhos e sua liberdade. Mirco (Luca Capriotti) é um jovem toscano de dez anos apaixonado por cinema, que perde a visão após um acidente. Uma vez que a escola pública não o aceitou como uma criança normal, é enviado para um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá, descobre um velho gravador e passa a criar histórias sonoras. Baseado na história real de Mirco Mencacci, um renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana.”

Filmaço que assistimos hoje no Usina. Ficamos atentos em detalhes, principalmente no som. Maravilhoso!!! Emocionante!!!
Uma turma de meninos que não são mostrados como perdedores. E sim, altamente criativos.
Genial a cena do bando de meninos cegos com a garotinha (Francesca) assistindo uma comédia em um cinema, rindo e divertindo todos eles tanto quanto ou mais até que os outros “normais” da platéia.
Imperdível.
Me lembrou muito os grupos de vivências que participei com a Tê.
Comecei bem 2008 em matéria de cinema.
Que em todo o resto seja assim também, tão feliz.
Amém.

rossocomeilcielo - rossocomeilcielo

Um pouco atrasado, vou indicar alguns dos filmes que assisti recentemente.

Sem reservas

É o novo filme do diretor Scott Hicks, de Shine - Brilhante.

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Com os atores Aaron Eckhart e Catherine Zeta-Jones e a linda garotinha Abigail Breslin, a indicada ao Oscar por Pequena Miss Sunshine.
Uma sinopse que copiei:
“A chef de cozinha Kate Armstrong segue sua vida com a precisão de uma receita culinária. Tudo o que faz segue rígidas regras, que valem tanto para sua cozinha como fora dela. Esta atitude a fez conquistar a liderança de um conceituado restaurante em Nova Iorque, mas sua vida pessoal deixa a desejar. Tudo muda quando sua sub-chef está prestes a ter um filho e é substituída pelo espontâneo Nick Palmer. Ao mesmo tempo, a sobrinha de Kate, Zoe, fica órfã e passa a morar com a metódica tia.

A presença de Nick em sua cozinha e de Zoe em sua casa vai aos poucos mudando a rotina da chef. Enquanto ela comanda seus subordinados com muita precisão, ele gosta de trabalhar ouvindo ópera e fazendo brincadeiras. Com a sobrinha, as coisas parecem se complicar cada vez mais. A menina não demonstra gostar de nada do que Kate faz, por mais que ela se esforce para agradar. Quando Nick começa a conquistar o coração da pequena Zoe, Kate passa a notar que nem tudo na vida deve ser calculado.”

Um filme sensível, apesar de ser uma “Sessão da tarde”.

Um lugar na platéia

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Um Lugar na Platéia é o terceiro trabalho na direção de Danièle Thompson, que já trabalha há mais de 40 anos como roteirista de televisão e cinema. O filme conta com a participação especial de Sidney Pollack, no papel de um diretor de cinema. A obra é dedicado à atriz Suzanne Flon, que morreu aos 87 anos logo após o término das filmagens.
Uma sinopse tabém copiada:
“Influenciada pela avó, que adora tudo o que é luxuoso e elegante, a jovem Jessica sai de sua cidade, no interior da França, rumo a Paris com o objetivo de trabalhar no famoso hotel Ritz. Ao chegar à capital, porém, ela percebe que a realidade não é tão simples e não consegue o emprego. Assim, ela acaba aceitando trabalhar como garçonete em um café da Avenue Montaigne, um local onde os clientes são, principalmente, aqueles que freqüentam o teatro, a casa de concertos ou a casa de leilões que ficam na redondeza, fazendo com que Jessica sirva pessoas ilustres.

Entretanto, chega o dia em que, no teatro, a famosa atriz de séries de TV, Catherine Versen estreará sua nova peça. Na mesma noite, o pianista Jean-François Lefort faz sua última apresentação na casa de concertos. E, a casa de leilões está agitada porque o colecionador Jacques Grumberg irá se desfazer de alguns de seus quadros preferidos. Acontecendo ao mesmo tempo, os três eventos acabam se tornando um problema para Jessica, que terá que atender uma pequena multidão no café.”

Muito, mas muito bom mesmo o filme. Além de ótimos atores e um exelente roteiro, ainda tem uma fotografia linda. De Paris (que AINDA não conheço…).
Coloquei aqui uma foto do filme que, apesar de silenciosa, diz muita coisa.

As Leis de Família

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Mais uma sinopse:
“O jovem defensor público Dr. Ariel Perelman ainda não encontrou o seu lugar. Filho de um renomado advogado, ele reluta em seguir os passos do pai, mas sempre recorre a ele quando precisa de alguma ajuda profissional. Enquanto o filho tenta usar sua profissão para ajudar a todos, trabalhando com a defensoria e dando aulas na faculdade, o pai defende criminosos, não se importando em convocar falsas testemunhas para livrar seus clientes de qualquer punição. Apesar disso, a relação entre eles é boa, mesmo que distante, principalmente depois que Ariel tem um bebê.

Pela primeira vez no papel de pai, o jovem percebe que As Leis de Família são bem diferentes das que conhecia. Ele terá que aprender a lidar com o fato de estar, aos poucos, seguindo os passos do próprio pai, mesmo que negue as semelhanças. Assim, está sempre relutante em aceitar um escritório junto ao do grande Dr. Bernardo Perelman. Quando é afastado temporariamente do seu trabalho por problemas na estrutura do prédio, Ariel passa a ter mais tempo para perceber que as três gerações de sua família não são diferentes como ele imaginou.

Depois de mostrar a crise de identidade causada pelo pai ausente em seu último filme, O Abraço Partido, o argentino Daniel Burman decidiu, em As Leis de Família, falar sobre a crise quando nascem os filhos.”

Gostei muito do filme, que é repleto de bons diálogos e mostra as dificuldades na relação de Pai, Filho e Avô.
Chorei muito e lembrei o tempo todo do meu Pai. Putz, que falta que ele me faz…
Veio uma saudade ainda mais “fudida” que sinto dele, uma vontade de ter sido mais maduro enquanto ele estava vivo, e poder ter vivido, convivido e aprendido cada segundo dos mais de 40 anos que tive a benção de estar junto dele. E choro agora de novo. Queria colo dele agora.

Bobby

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Este filme foi uma (ótima) indicação da mana Miriam.
Conta como foram as últimas 24 horas vida de Bobby Kennedy, narrando as histórias de 22 pessoas que estavam no hotel em Los Angeles e acabam presenciando seu assassinato.
Com vários ótimos atores, como Anthony Hopkins (que faz genialmente, como um Lord, o gerente do hotel), Emilio Estevez (também o diretor do filme), seu pai Martin Sheen, Sharon Stone (ótima como uma cabeleleira), Demi Moore dentre outros.
Muito bom o filme. Uma aula de história, que mostra um político do bem, que fala olhando nos olhos e tocando o coração das pessoas, e tem o apoio das camadas mais populares.
Interessante também que não tem um ator interpretando o Bobby Kennedy, que só aparece em imagens da TV e numa cena montada em que cumprimenta o gerente do hotel na sua chegada.

Treze Homens e um novo Segredo

Lixo. Sem fotos. Sem comentários. Para passar longe.

Tropa de elite

Esperei para ver no cinema. Não vi o pirata ou o genérico como dizem alguns “puristas”.
Gostei muito e para comentar farei um post só para este filme.

c tropadeelite r - c tropadeelite r

Inhotim41b 1 - Inhotim41b 1

Fomos ontem (domingo, 23/09/2007) conhecer Inhotim.
É um Centro de Arte Contemporânea, situado no município de Brumadinho, Minas Gerais.
Inhotim ocupa uma área de 35 hectares de jardins, parte deles criada pelo paisagista brasileiro Roberto Burle Marx, pelo que diz no folder fornecido na portaria.
Os lagos artificiais dão um toque bucólico ao lugar. São muito bem projetados e executados, com taludes certinhos e com uma grama bem cuidada.
Achei que as plantas (coqueiros, patas de elefante, orquídeas, etc) foram transplantadas para o lugar e dispostas de uma forma que achei artificial, não entrando em harmonia com a vegetação “nativa”, apesar de não ser especialista em paisagismo…
Já os “galpões” onde estão as obras podem ser vistas são climatizados, com uma área e volume bonitos, muitos vidros blindex enormes.
Já a arte…isto não se discute.
Gosto é gosto.
Fiquei um bom tempo em duas exposições:
Um audiovisual que achei muito bom, com uma edição das imagens muito bem feita e bem criativa. Deu vontade de entender e aprender a técnica. Faltou foi ter anotado o nome.
A outra que gostei foi uma sinfonia (composta em 1575, acho) montada por Janett Cardif com 40 alto-falantes dispostos em círculo, com as várias vozes do coral gravadas em cada um deles, o que dá uma audição incrivel quando sentamos no banco disposto no interior deste círculo. Muito, mas muito bacana.
Enfim, vale a pena conhecer (R$10,00 e R$5,00 a entrada por pessoa), apesar de ter ficado a impressão de um lugar e instalações extremamente caras, que não combinam com a simplicidade da cidade de Brumadinho.

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Uma dica de um filme que vi hoje: Je M’Appelle Elisabeth
É a história de uma garotinha de 10 anos que vive uma avalanche de emoções. Ela mora com os pais (a mãe é a portuguesa Maria de Medeiros, de Pulp Fiction, Henry and June), que estão em processo de separação, uma empregada surtada e a irmã mais velha, que se prepara para sair de casa.
A menina se sente muito solitária, com muitos medos e uma respiração ofegante, até conhecer um jovem “maluco” que aparece em seu quintal, fugitivo de uma clínica (que o pai é o diretor geral). Ela então o esconde nos fundos de casa e passa a protegê-lo e tratá-lo como confidente e melhor amigo.
Ela passa a conviver com várias perdas e dá um show de interpretação.
Ela é a Betty, ou a Elisabeth (muito jovem e ainda não tão “bem apessoada” como a Elisabeth do ER, do amigo Bruno).
E um detalhe/coincidência impressionante: A mesma linda música francesa (que o pai canta como uma canção de ninar para ela) que tem no final do filme “O despertar de uma paixão“.
Mais um filme imperdível, que deveria ser assistidos por todos os pais e mães.

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“The Painted Veil”

Excelente o filme que assisti hoje. Com Edward Norton, um dos meus atores preferidos.
Passado no início do século 20, com fotografia e trilha sonora maravilhosas.
Como diria o personagem do filme (Na Cama) que assisti semana passada: Um filme para ser assistido por pessoas que pertencem ao grupo B.
Ele divide as pessoas em 2 grupos: o “A” que gosta de filmes tipo Bruce Willis, Stalone, Homem Aranha 7, etc, e o “B”, que prefere Almodovar, Fellini, Bergman, Godard.
E acho que o grupo “A” cresce vertiginosamente, na mesma proporção que diminui o número de pessoas do “B”.
Notei que no filme de hoje, havia alguns (não poucos) penetras do grupo “A”, pois, fora acharem que estavam em suas salas de estar, papeando e comendo pipoca num barulho infernal, levantaram-se de suas poltronas rindo, alguns gargalhando.
Enquanto eu chorava emocionado.
Bela demais a música do final, que antes mesmo de começar a aparecer os créditos, as pessoas do grupo “A” já se levantavam saltitantes e ao ignorar tudo o que viram, perderam a oportunidade de poder ter crescido um pouco:

“Il y a longtemps che Je t’aime

Jamais je t’oublirais…”

paintedveil - paintedveil

Invasão de Domicílio

breakingandenteringposter - breakingandenteringposter

Excelente filme assistido na última quarta-feira, 04/07/07.
O diretor Anthony Minghella (de Paciente Inglês e O Talentoso Ripley) cria um roteiro muito bom, numa mistura de relacionamentos com diferentes culturas, numa cidade cheia de contradições e em transformação.
Vale a pena!!!

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