Sábado, 9 de Fevereiro de 2008


Recebido do Fernando Fabrini.

Se é verdade que as mammas italianas são “especialíssimas”, nada mais natural do que considerar os filhos delas como muito especiais. Nesse sentido, o legítimo filho de italianos oriundo do Trento, o jornalista gaúcho Sérgio Seppi, envia uma colaboração bem humorada ao jornal “Oriundi” que estabelece as diferenças entre os filhos de italianos e os filhos de americanos. Confira:

filhos Americanos: Saem de casa aos 18 anos com total apoio dos pais.
filhos Italianos: Saem de casa aos 28 anos tendo poupado dinheiro suficiente para comprar uma casa e pagar duas semanas de lua de mel quando casarem…. mesmo assim eles mantém um quarto na casa dos pais para os fins-de-semana.

filhos Americanos: Quando a mãe os visita leva um bolo, os filhos servem café e eles conversam.
filhos Italianos: Quando a mamma os visita, ela leva comida para três dias e começa a lavar e passar roupa, limpar e arrumar a casa.

filhos Americanos: Seus pais sempre avisam quando vão visitá-los e, geralmente isto acontece só em ocasiões especiais.
filhos Italianos: Eles nunca sabem quando os pais vão aparecer às oito da manhã de sábado e começar a podar as suas árvores frutíferas. E, se não houver árvores frutíferas eles as plantam.

filhos Americanos: Sempre pagam aluguel e procuram nas páginas amarelas quando precisam de algum serviço.
filhos Italianos: Ligam para os pais e tios e pedem o telefone de outros pais e tios que possam ter o número de telefone do serviço que eles precisam.

filhos Americanos: Visitam os pais para comer um bolo com café e fazem só isso, mais nada.
filhos Italianos: Visitam os pais para tomar um café, comer bolo, antipasto, vinho, um bom prato de massa, carne, salada, pão, sobremesa, frutas, expresso e uns drinks após o jantar.

filhos Americanos: Cumprimentam os pais com “Oi” e “Olá”.
filhos Italianos: Cumprimentam os pais com um grande abraço, beijos e tapinhas nas costas.

filhos Americanos: Tratam os pais por sr. e srª.
filhos Italianos: Tratam os pais por mamma e babbo.

filhos Americanos: Nunca viram os pais chorar.
filhos Italianos: Choram junto com os pais.

filhos Americanos: Devolvem o que pedem emprestado aos pais em poucos dias.
filhos Italianos: Ficam com as coisas que pedem emprestado aos pais por tanto tempo que os pais esquecem que são deles.

filhos Americanos: Quando o jantar acaba vão para casa.
filhos Italianos: Quando o jantar acaba ficam horas conversando, rindo ou simplesmente confraternizando.

filhos Americanos: Sabem pouco sobre os pais.
filhos Italianos: Podem escrever um livro sobre os pais.

filhos Americanos: Comem sanduíches de manteiga de amendoim, geléia e pão de forma branco.
filhos Italianos: Comem sanduíche de salame, queijo colonial, pão caseiro, grostoli, conservas…

filhos Americanos: Deixam você para trás se é isto que a maioria está fazendo.
filhos Italianos: Não lhe abandonam mesmo que a grande maioria ache normal abandonar.

filhos Americanos: São amigos do momento.
filhos Italianos: São amigos por toda vida.

filhos Americanos: Gostam de Rod Stewart e Steve Tyrell.
filhos Italianos: Gostam de Laura Pausini e Andrea Bocelli

filhos Americanos: Vão ignorar esta mensagem.
filhos Italianos: Vão repassar esta mensagem.

E em breve chega o Luca, filho de pai e mãe filhos de filhos de italianos…
Bem vindo Luca!!!

Filmaço que vi em 30/01/08.
Filme político muito bom, tendo inclusive um “vizinho de poltrona”, e um não comedor de pipocas, levantado no final do filme, aplaudindo e dizendo palavras contrárias aos que estão hoje no poder.

Uma sinopse:

Georg Dreyman (Sebastian Koch) é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto o ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder. Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler (Ulrich Mühe), seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.

Tem uma cena belíssima da mudança do Wiesler, chorando ao escutar o Georg tocar uma peça no piano.
mperdível!!!

vida dos outros poster05 - vida dos outros poster05