Fevereiro de 2008
Arquivo Mensal
Sáb 23 Fev 2008
Publicado por Ricardo Dolabella sob
GrávidoSem Comentários
3º ultrasom (Morfologia Fetal).
O Dr. Rogério confirmou o sexo e visualizou o Luca inteirinho.
Graças a Deus está tudo correndo maravilhosamente bem.
22/23 semanas, passou da metade!!!
22 e 1/2 semanas de amor - Dá até um filme…
Tem um peso aproximado de 600 gramas (normal para a idade) e 28 cm de comrimento aproximado ( O Luca inteiro, não apenas o pintinho dele, como imaginou o Vovô Laércio…).
A foto colada aqui foi clareada pela irmã - Ana, que já apelidou o Luca de Brad Pittinho (brincadeira…rs).
Vamos agora escolher o Hospital, fazer um curso para pais grávidos, enquanto ele vai crescendo na barriga (maravilhosa) da mamãe dele.
Que continue crescendo abençoado, filhote querido!!
Sáb 23 Fev 2008
Publicado por Ricardo Dolabella sob
CinemaSem Comentários
Maravilhoso o filme que vimos nesta última quarta, 20/02.

Sinopse:Na Inglaterra de 1585, com quase três décadas de reinado, Elizabeth I continua lidando com o forte anseio por seu trono e a remanescente ameaça de traição na própria família. Ao mesmo tempo, um vento destruidor de catolicismo fundamentalista varre a Europa do século 16, tendo como testa-de-ferro o rei da Espanha, Filipe II. Apoiado pela Igreja em Roma e armado com a Inquisição, Filipe está determinado a arrancar a “herege” protestante do trono e restaurar a Igreja Católica Romana na Inglaterra.
O filme analisa a Inglaterra absolutista de Elizabeth I (Isabel, a Rainha Virgem), que subiu ao trono em 1558 para tornar-se a mulher mais poderosa do mundo.
No reinado anterior de sua meia irmã Mary I, a Inglaterra encontrava-se à beira do caos com a repressão do governo aos protestantes. Com a morte de Mary, Elisabeth Tudor, filha de Henrique VIII (o rei das seis esposas), com Ana Bolena, assume o comando do reino, iniciando o mais glorioso governo da Dinastia Tudor.
Para impedir que o país fosse destruído, Elizabeth decide enfrentar todos inimigos internos e externos que ameaçavam a Inglaterra, abdicando de sua própria vida pessoal em nome de seu povo.
Interpretado por Cate Blanchett, que recebeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz em 1998, o filme retrata um período de forte tensão na história da Inglaterra e da Europa, mostrando as intrigas palacianas, que transformaram a jovem Elizabeth, conhecida como a Rainha Virgem, na mulher mais importante de sua época.

Ter 12 Fev 2008
Publicado por Ricardo Dolabella sob
CinemaSem Comentários
Muito bom e também muito divertido o filme que assistimos hoje: Juno.
Foi indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção, Atriz e Roteiro Original.
Linda e ótima atriz a Ellen Page. Trilha sonora muito boa também (quem souber do CD da trilha, me avise…).
Sinopse:
Com apenas 16 anos, a adolescente Juno está grávida de seu vizinho, Paulie Bleeker. O que era para ser apenas uma tarde de divertimento entre os dois amigos, se tornou um problema que a garota julga ser incapaz de lidar sozinha, já que se sente muito imatura para ser mãe. Para isso, ela pensa na forma mais fácil de resolver isto sem muitos transtornos. Eliminando logo a possibilidade de um aborto, a jovem decide procurar um casal para adoção. Com a ajuda da amiga Leah, Juno procura em anúncios de revista alguém que possa dar um belo futuro ao seu filho.
Logo ela encontra um casal perfeito. Mark e Vanessa Loring são ricos, bonitos e estão há mais de cinco anos tentando ter um filho. A garota tenta continuar normalmente sua vida, já que agora já tem os pais ideais para a criança que carrega em seu ventre. Ao longo da gravidez, no entanto, ela vai tendo uma percepção melhor da vida e começa a compreender que nem tudo é tão simples como ela imaginava. O que para ela é apenas uma barriga temporária, se torna para seus colegas motivo de comentários. Apesar de ainda não se sentir segura para a maternidade, a gravidez faz com que a garota amadureça.
Duro foi assistir numa sala de um shopping. E num shopping de classe A, onde deveria se esperar educação também classe A. Mas não…..
Na nossa frente, um casal que conversou o filme inteiro, como se estivessem namorando na sala da casa deles, sozinhos.
Atrás, ainda pior. Desta vez não foi a pipoca (até tinha do lado esquerdo uma turma pipoqueira e barulhenta), mas um outro casal de pseudos intelectuais, na faixa de uns 30 anos.
Antes do filme começar, já falavam em voz alta, comentando um filme visto por eles esta semana.
Pior, um filme que pretendo ver. Quando falaram que o Javier Barden morre no final, não aguentei.
Virei para eles e pedi que parassem, pois ainda quero ter a surpresa de assistir o filme sem saber como termina.
Para meu espanto e “puteza”, o cara vira e fala que não estavam comentando o filme que ia começar, mas sobre um outro….Idiota total. Nem precisei nem deveria responder o que pensava. Acabaria usando um palavrão inventado por mim que nem vou repetir aqui. Quem me conhece, sabe…rs E ainda poderia apanhar, pois eles são meio bravos.
Mas não parou ai. Comentaram também sobre quase tudo, e a moça entrou numa de traduzir o inglês em voz alta, repetindo as palavras ditas pela atriz, tipo: “The thing…” e a gargalhar em toda cena engraçada ou não. A maioria não, pois o filme não é uma comédia, pelo menos eu não achei.
Achei um filme na linha do “Pequena Miss Sunshine”.
Antes de ir embora, uma massa no Spoletto e uma entrada na Tool Box para ver preços de “things” para o bebê.
Acabamos comprando aquilo que será a única decoração do quarto do Luca: um mobile lindinho.
Com motivos marinhos: um peixe, um polvo e um cavalo marinho, todo colorido e móvel (óbvio).
Mas o melhor vem agora: “Mozart-in-Motion Mobile”, o nome dele.
15 minutos de música de Mozart no piano para o Luca escutar.
Depois aos poucos introduzo Os Beatles, Pink Floyd, Jethro Tull, Bach, Beethoven, Lobão, Hino do Galo, mas não necessariamente nesta ordem…
Mas começar ouvindo Mozart já é uma benção para o Luca.
De onde estiver, seu avô Mozart já deve estar protegendo nosso filho.
E que Deus nos proteja e nos ilumine.
Sáb 9 Fev 2008
Publicado por Ricardo Dolabella sob
GrávidoSem Comentários
Recebido do Fernando Fabrini.
Se é verdade que as mammas italianas são “especialíssimas”, nada mais natural do que considerar os filhos delas como muito especiais. Nesse sentido, o legítimo filho de italianos oriundo do Trento, o jornalista gaúcho Sérgio Seppi, envia uma colaboração bem humorada ao jornal “Oriundi” que estabelece as diferenças entre os filhos de italianos e os filhos de americanos. Confira:
filhos Americanos: Saem de casa aos 18 anos com total apoio dos pais.
filhos Italianos: Saem de casa aos 28 anos tendo poupado dinheiro suficiente para comprar uma casa e pagar duas semanas de lua de mel quando casarem…. mesmo assim eles mantém um quarto na casa dos pais para os fins-de-semana.
filhos Americanos: Quando a mãe os visita leva um bolo, os filhos servem café e eles conversam.
filhos Italianos: Quando a mamma os visita, ela leva comida para três dias e começa a lavar e passar roupa, limpar e arrumar a casa.
filhos Americanos: Seus pais sempre avisam quando vão visitá-los e, geralmente isto acontece só em ocasiões especiais.
filhos Italianos: Eles nunca sabem quando os pais vão aparecer às oito da manhã de sábado e começar a podar as suas árvores frutíferas. E, se não houver árvores frutíferas eles as plantam.
filhos Americanos: Sempre pagam aluguel e procuram nas páginas amarelas quando precisam de algum serviço.
filhos Italianos: Ligam para os pais e tios e pedem o telefone de outros pais e tios que possam ter o número de telefone do serviço que eles precisam.
filhos Americanos: Visitam os pais para comer um bolo com café e fazem só isso, mais nada.
filhos Italianos: Visitam os pais para tomar um café, comer bolo, antipasto, vinho, um bom prato de massa, carne, salada, pão, sobremesa, frutas, expresso e uns drinks após o jantar.
filhos Americanos: Cumprimentam os pais com “Oi” e “Olá”.
filhos Italianos: Cumprimentam os pais com um grande abraço, beijos e tapinhas nas costas.
filhos Americanos: Tratam os pais por sr. e srª.
filhos Italianos: Tratam os pais por mamma e babbo.
filhos Americanos: Nunca viram os pais chorar.
filhos Italianos: Choram junto com os pais.
filhos Americanos: Devolvem o que pedem emprestado aos pais em poucos dias.
filhos Italianos: Ficam com as coisas que pedem emprestado aos pais por tanto tempo que os pais esquecem que são deles.
filhos Americanos: Quando o jantar acaba vão para casa.
filhos Italianos: Quando o jantar acaba ficam horas conversando, rindo ou simplesmente confraternizando.
filhos Americanos: Sabem pouco sobre os pais.
filhos Italianos: Podem escrever um livro sobre os pais.
filhos Americanos: Comem sanduíches de manteiga de amendoim, geléia e pão de forma branco.
filhos Italianos: Comem sanduíche de salame, queijo colonial, pão caseiro, grostoli, conservas…
filhos Americanos: Deixam você para trás se é isto que a maioria está fazendo.
filhos Italianos: Não lhe abandonam mesmo que a grande maioria ache normal abandonar.
filhos Americanos: São amigos do momento.
filhos Italianos: São amigos por toda vida.
filhos Americanos: Gostam de Rod Stewart e Steve Tyrell.
filhos Italianos: Gostam de Laura Pausini e Andrea Bocelli
filhos Americanos: Vão ignorar esta mensagem.
filhos Italianos: Vão repassar esta mensagem.
E em breve chega o Luca, filho de pai e mãe filhos de filhos de italianos…
Bem vindo Luca!!!
Sáb 9 Fev 2008
Publicado por Ricardo Dolabella sob
CinemaSem Comentários
Filmaço que vi em 30/01/08.
Filme político muito bom, tendo inclusive um “vizinho de poltrona”, e um não comedor de pipocas, levantado no final do filme, aplaudindo e dizendo palavras contrárias aos que estão hoje no poder.
Uma sinopse:
Georg Dreyman (Sebastian Koch) é o maior dramaturgo da Alemanha Oriental, sendo por muitos considerado o modelo perfeito de cidadão para o país, já que não contesta o governo nem seu regime político. Apesar disto o ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) acha por bem acompanhar seus passos, para descobrir se Dreyman tem algo a esconder. Ele passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que a princípio não vê nada de errado com Dreyman mas é alertado por Gerd Wiesler (Ulrich Mühe), seu subordinado, de que ele deveria ser vigiado. Grubitz passa a tarefa a Wiesler, que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Simultaneamente o ministro Hempf se interessa por Christa-Maria, passando a chantageá-la em troca de favores sexuais.
Tem uma cena belíssima da mudança do Wiesler, chorando ao escutar o Georg tocar uma peça no piano.
mperdível!!!