Um pouco atrasado, vou indicar alguns dos filmes que assisti recentemente.
Sem reservas
É o novo filme do diretor Scott Hicks, de Shine - Brilhante.

Com os atores Aaron Eckhart e Catherine Zeta-Jones e a linda garotinha Abigail Breslin, a indicada ao Oscar por Pequena Miss Sunshine.
Uma sinopse que copiei:
“A chef de cozinha Kate Armstrong segue sua vida com a precisão de uma receita culinária. Tudo o que faz segue rígidas regras, que valem tanto para sua cozinha como fora dela. Esta atitude a fez conquistar a liderança de um conceituado restaurante em Nova Iorque, mas sua vida pessoal deixa a desejar. Tudo muda quando sua sub-chef está prestes a ter um filho e é substituída pelo espontâneo Nick Palmer. Ao mesmo tempo, a sobrinha de Kate, Zoe, fica órfã e passa a morar com a metódica tia.
A presença de Nick em sua cozinha e de Zoe em sua casa vai aos poucos mudando a rotina da chef. Enquanto ela comanda seus subordinados com muita precisão, ele gosta de trabalhar ouvindo ópera e fazendo brincadeiras. Com a sobrinha, as coisas parecem se complicar cada vez mais. A menina não demonstra gostar de nada do que Kate faz, por mais que ela se esforce para agradar. Quando Nick começa a conquistar o coração da pequena Zoe, Kate passa a notar que nem tudo na vida deve ser calculado.”
Um filme sensível, apesar de ser uma “Sessão da tarde”.
Um lugar na platéia

Um Lugar na Platéia é o terceiro trabalho na direção de Danièle Thompson, que já trabalha há mais de 40 anos como roteirista de televisão e cinema. O filme conta com a participação especial de Sidney Pollack, no papel de um diretor de cinema. A obra é dedicado à atriz Suzanne Flon, que morreu aos 87 anos logo após o término das filmagens.
Uma sinopse tabém copiada:
“Influenciada pela avó, que adora tudo o que é luxuoso e elegante, a jovem Jessica sai de sua cidade, no interior da França, rumo a Paris com o objetivo de trabalhar no famoso hotel Ritz. Ao chegar à capital, porém, ela percebe que a realidade não é tão simples e não consegue o emprego. Assim, ela acaba aceitando trabalhar como garçonete em um café da Avenue Montaigne, um local onde os clientes são, principalmente, aqueles que freqüentam o teatro, a casa de concertos ou a casa de leilões que ficam na redondeza, fazendo com que Jessica sirva pessoas ilustres.
Entretanto, chega o dia em que, no teatro, a famosa atriz de séries de TV, Catherine Versen estreará sua nova peça. Na mesma noite, o pianista Jean-François Lefort faz sua última apresentação na casa de concertos. E, a casa de leilões está agitada porque o colecionador Jacques Grumberg irá se desfazer de alguns de seus quadros preferidos. Acontecendo ao mesmo tempo, os três eventos acabam se tornando um problema para Jessica, que terá que atender uma pequena multidão no café.”
Muito, mas muito bom mesmo o filme. Além de ótimos atores e um exelente roteiro, ainda tem uma fotografia linda. De Paris (que AINDA não conheço…).
Coloquei aqui uma foto do filme que, apesar de silenciosa, diz muita coisa.
As Leis de Família

Mais uma sinopse:
“O jovem defensor público Dr. Ariel Perelman ainda não encontrou o seu lugar. Filho de um renomado advogado, ele reluta em seguir os passos do pai, mas sempre recorre a ele quando precisa de alguma ajuda profissional. Enquanto o filho tenta usar sua profissão para ajudar a todos, trabalhando com a defensoria e dando aulas na faculdade, o pai defende criminosos, não se importando em convocar falsas testemunhas para livrar seus clientes de qualquer punição. Apesar disso, a relação entre eles é boa, mesmo que distante, principalmente depois que Ariel tem um bebê.
Pela primeira vez no papel de pai, o jovem percebe que As Leis de Família são bem diferentes das que conhecia. Ele terá que aprender a lidar com o fato de estar, aos poucos, seguindo os passos do próprio pai, mesmo que negue as semelhanças. Assim, está sempre relutante em aceitar um escritório junto ao do grande Dr. Bernardo Perelman. Quando é afastado temporariamente do seu trabalho por problemas na estrutura do prédio, Ariel passa a ter mais tempo para perceber que as três gerações de sua família não são diferentes como ele imaginou.
Depois de mostrar a crise de identidade causada pelo pai ausente em seu último filme, O Abraço Partido, o argentino Daniel Burman decidiu, em As Leis de Família, falar sobre a crise quando nascem os filhos.”
Gostei muito do filme, que é repleto de bons diálogos e mostra as dificuldades na relação de Pai, Filho e Avô.
Chorei muito e lembrei o tempo todo do meu Pai. Putz, que falta que ele me faz…
Veio uma saudade ainda mais “fudida” que sinto dele, uma vontade de ter sido mais maduro enquanto ele estava vivo, e poder ter vivido, convivido e aprendido cada segundo dos mais de 40 anos que tive a benção de estar junto dele. E choro agora de novo. Queria colo dele agora.
Bobby

Este filme foi uma (ótima) indicação da mana Miriam.
Conta como foram as últimas 24 horas vida de Bobby Kennedy, narrando as histórias de 22 pessoas que estavam no hotel em Los Angeles e acabam presenciando seu assassinato.
Com vários ótimos atores, como Anthony Hopkins (que faz genialmente, como um Lord, o gerente do hotel), Emilio Estevez (também o diretor do filme), seu pai Martin Sheen, Sharon Stone (ótima como uma cabeleleira), Demi Moore dentre outros.
Muito bom o filme. Uma aula de história, que mostra um político do bem, que fala olhando nos olhos e tocando o coração das pessoas, e tem o apoio das camadas mais populares.
Interessante também que não tem um ator interpretando o Bobby Kennedy, que só aparece em imagens da TV e numa cena montada em que cumprimenta o gerente do hotel na sua chegada.
Treze Homens e um novo Segredo
Lixo. Sem fotos. Sem comentários. Para passar longe.
Tropa de elite
Esperei para ver no cinema. Não vi o pirata ou o genérico como dizem alguns “puristas”.
Gostei muito e para comentar farei um post só para este filme.
